Se as imagens podem circular infinitamente… o que ainda torna uma experiência verdadeiramente única?
Se as imagens podem circular infinitamente… o que ainda torna uma experiência verdadeiramente única?
Até que ponto estamos conscientes dos meios que utilizamos para comunicar quem somos?
Se ninguém pudesse ver nossas fotos, nossas conquistas ou nossas viagens… ainda desejaríamos viver exatamente as mesmas experiências?